17.6.13

Um cheirinho...


Hoje não escrevo nada... Digo-vos apenas que gosto muito destas 2ªs à tarde, na minha varanda!

5.6.13

sabemos que estão a crescer...






... quando lhes pedimos que dêm uma arrumação no quarto e vejam se há por lá algo que já não usem, que já não seja preciso.

A Carolina (12 anos) escolheu estes livros, porque já não os lê!

Ela agora está encantada com as Gémeas no Colégio das 4 Torres, e outros derivados da Enid Blyton... (ai, que saudades de devorar essa biblioteca!)

Se conhecerem quem os queira, se os quiserem, ou se souberem para onde os posso enviar, digam-me...
- deixem um comentário aqui no blog, ou
- mandem-me por mail o vosso endereço (ou endereço da instituição para onde os posso enviar).

Obrigada

3.6.13

Gosto de...


Chegar a casa, encontrá-la vazia, tranquila, e aproveitar uma tarde quente como esta, perdendo-me entre o Tricot, a leitura e uma amarguinha fresquinha...

E o resto... Qual resto?!
Eu, as agulhas, as letras, um gole e o chilrear dos pássaros na minha varanda, nós estamos bem!



29.5.13

um mimo






                    

A Zélia queixou-se que precisava de uma alfineteira e eu aproveitei a oportunidade para fazer uma estrela em patchwork. 

Foi um trabalho terapêutico para aliviar alguma tensão que acumulei aqui há uns dias. Realmente quando se faz algo para dar prazer aos outros, a nossa mente vai aliviando e esquecendo os dissabores que algumas situações nos causam.

Foi um mimo meu, para quem um dia apareceu por aqui (vejam o comentário feito nesse post!), no meu blog, quando eu ainda dava só uns passinhos neste mundo blogosférico. 

(as fotos estão uma bodega, tiradas com o telefone...)



7.5.13

Tecidos e mais tecidos




Andei a arrumar tecidos e a escolher conjuntos para vender, ou para fazer aquelas túnicas de Verão, como uma que vos mostrei em Março.

Estes são os mais recentes, mas todos eles estão disponíveis aqui.



Estas duas foram feitas no Dia do Trabalhador.

Nota-se muito que estou mais virada para tecidos para crianças?
Estou encantada com estas túnicas, ficam tão fofas!

6.5.13

Pedaços do nosso fim de semana








1 - Apontamento feito pelas duas mais novas da casa, para enfeitar a mesa de jantar de 6ªfeira.
2 - Flores que começam a espreitar no jardim do Campo Pequeno, onde vamos todos os Sábados de manhã, ao Mercado Biológico.
3 - Um presente que ofereci à Maria Cenoura, com votos de sucesso para a sua nova etapa de empresária, comprado aqui (loja etsy da Pano p'ra Mangas).
4 - Os novelos que compõe o novo K-A-L (knit-along) que começou este Sábado, exactamente na nova retrosaria da nossa cenourinha. Adivinhem qual é o meu?
5 - Alguns dos presentes do Dia da Mãe, feitos por elas (filhas e enteada).

2.5.13

Afinal foi feriado ou não?



Quando era pequena, e vivia em Portimão, os feriados tinham significado, mais do que vividos, eram vivenciados por nós. O Dia 1 de Maio, por exemplo, estava sempre associado a dia de ir ao campo piquenicar. Aliás, nós costumávamos juntar um grande grupo de família e amigos, em Sagres (eu sei não é campo, não é campo, mas é mar selvagem e tem pinhal, e cheira bem, a ervas e a flores, logo é quase campo, pelo menos para mim!) e desembrulhavam-se as mantas, abriam-se as caixas e começavam a aparecer as iguarias, especialidades das casas de cada uma das cozinheiras.

A minha mãe costumava levar carapaus alimados e uma torta de amêndoa coberta com ovos moles e fios de ovos!

Passávamos lá o dia, porque depois de partilhar as refeições entre histórias e gargalhadas, havia cantorias, ora fado, ora canções populares alentejanas, que isto de algarvios, alentejanos e cães de caça... já se sabe... é tudo gente da mesma raça!

Nós, miúdos, brincávamos às escondidas, jogávamos às cartas, e eles, os mais velhos, acabavam sempre por dormir a sesta, deitados nas redes de baloiço, que penduravam nos pinheiros. Era bom, era alegre, sabia a férias no meio das aulas.

E as lojas? Essas estavam fechadas, todas fechadas, até os restaurantes e cafés estavam fechados. Era difícil arranjar uma porta aberta para beber um café, ou comprar umas rolhas de Maio. Se as queríamos, tínhamos que ir de véspera, porque dia do trabalhador, não se trabalhava.

Mas agora não. Ontem vi algumas lojas de rua abertas.
Sinal de progresso, de teimosia, de esquecimento do feriado, ou porque é preciso manter a porta aberta para agarrar os clientes que teimam em não abrir a carteira?

Seja qual for o motivo, eu fiquei contente, porque só assim consegui ir pessoalmente dar um beijinho de parabéns à minha amiga Maria João, que em menos de um ano após ter sofrido na pele, já com 50 anos (desculpa Joãozinha, não sei se querias que se soubesse a tua idade...), o golpe das reduções de funcionários (eufemismo utilizado atualmente para o despedimento), agarrou uma oportunidade e aventurou-se no seu próprio negócio, na passada 2ªfeira - a retrosaria Maria Cenoura.





Se a Mª João não tivesse decidido abrir as portas ontem de manhã, não sei quando é que eu poderia ir vê-la, ali na linha de Sintra.
E é disto que Portugal precisa, não é? Arregaçar as mangas sem medo de arriscar!

E vocês, por onde andaram ontem?